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26 10 2008 Comentários : 1 Comentário »Categorias : Pedro Bayeux

Cesar Augusto/Folha de Londrina
Com a esperança de encontrar alguma pedra preciosa, mas sem recursos para comprar equipamentos modernos, o garimpeiro Oanio Silva de Souza usa um escafandro do início do século 20 para mergulhar no rio Tibagi, em Tamarana, no Paraná.
ALGUÉM TEM O CONTATO DESSE CARA? Queria fazer um minidoc sobre…
Nos frames/gifs animados do terceiro documentário sobre o Festival Recbeat, que será finalizado em novembro/dezembro, Pato Fu, Pânico, do Chile, Lucy and the Popsonics, Orquesta Fernandez Fierro e Ramma Seca.
Experimento com cenas do amanhecer na aldeia Guarani em Bertioga, SP, mixadas com fragmentos de Man Ray, Duchamp e de The Adventures of Prince Achmed*. Música de Phillip Glass na trilha.
Aldeia Guarani from pedro bayeux on Vimeo.
*(German: Die Abenteuer des Prinzen Achmed) (Arabic: مغامرات الامير احمد) is a 1926 feature-length animated film by the German animator Lotte Reiniger. It is the oldest surviving animated feature film (two earlier ones were made in Argentina by Quirino Cristiani, but they are considered lost[1]), and it featured a silhouette animation technique Reiniger had invented which involved manipulated cutouts made from cardboard and thin sheets of lead under a camera. The technique she used for the camera is similar to Wayang shadow puppets (though it is important to note that hers were animated frame by frame, not manipulated in live action).
Xondaro from pedro bayeux on Vimeo
Minidoc apresentando a figura de Verá Popyguá, cerca de 80 anos, um dos últimos Xondaros (guardião espiritual e físico de aldeias Guarani).
Edição e imagens: Pedro Bayeux
Tradução: Cacique Verá Mirim
Trilha: Phillip Glass
English version:
(valeu ff pela revisão na tradução)
Xondaro, english subtitles from pedro bayeux on Vimeo.
“Um dia, um gato”, 1963, de Vojtech Jasny.
“Os moradores de um vilarejo assistem ao espetáculo de um mágico e seu gato, que usa óculos e, quando os tira, tem o poder de mudar a cor das pessoas à sua volta de acordo com o caráter delas. O fato assusta os adultos do lugar, que vêem o animal como uma ameaça, mas, ao mesmo tempo, atrai todas as crianças da vila”.
Li agora no trabalhosujo:
“… Arnaldo Branco foi censurado num dos frilas que faz, a tirinha Mundinho Animal, que sai no G1. Disseram que ele fez “apologia à pirataria“…”