Durante o ato público na Assembleia Legislativa de São Paulo contra o projeto de lei de cibercrimes do senador Azeredo,dezenas de pessoas ficaram de fora porque não havia onde estacionar as bicicletas. A lei brasileira prevê que todo o estabelecimento público deve possuir estacionamento para bicicletas… veja a funcionária da assembleia tentando convencer os policiais a deixar os ciclistas entrarem para participar do ato

sobre Leo Germani
desenvolvedor web desde 1998 e jornalista desde 2003. Dividiu seu tempo na faculdade entre programação e trabalhos de formação em comunicação em projetos sociais de São Paulo. Trabalhou como educador em projetos próprios, ongs e na Febem ao mesmo tempo que montou uma empresa de desenvolvimento focada em sistemas de pesquisa para a área de recursos humanos. Em 2004, juntou as duas coisas e ajudou a constituir a área de Cultura Digital dentro do
Ministério da Cultura, na qual trabalhou como um dos coordenadores até o final de 2006. Em 2007, trabalhou na área de educação, cultura e comunicação do Projeto Saúde & Alegria, em Santarém no Pará, à beira do rio Tapajós. Desde essa época trabalha bastante com
WordPress, software para o qual publicou
diversos plugins e participa ativamente da
comunidade brasileira. Atualmente trabalha no
hacklab/.
A música é de quem?
Rádio-documentário realizado em 2003 sobre música, novas tecnologias, direitos autorais e mercado.
25/01/10
Rodrigo
No fim só as bicicletas que ficaram de fora. Tivemos que prender elas na grade externa do prédio da Assembléia sem nenhuma segurança para participar do ato.