O Caudalonga
5 04 2007
(matéria em construção)
(a idéia é publicar o processo de uma reportagem hipertextoaudiovisual - com entrevistas em vídeo (editadas ou brutas) ou escritas - sobre a avalanche do open show business no fisl e na cultura livre. quando estiver pronta, será clonada para o site estudiolivre.org)
quem ganha? o show ou o businesssss?

“A cauda longa” é um best-seller internacional (pejorativo ou glória?), que “analisa as alterações no comportamento dos consumidores e do próprio mercado, a partir da convergência digital e da Internet. Trata-se da teorização de um fenômeno já existente e em virtuosa ascensão na indústria do entretenimento, que tem gerado um movimento migratório da cultura de hits para a cultura de nichos, a partir de um novo modelo de distribuição de conteúdo e oferta de produtos” (…)
“é verdade que o google tem um plano de dominação mundial?”
“mombojó, uma banda de open business”, comentário da apresentadora dos shows da tv criei tive como.
acima, marcelo campello, do mombojó, reflete sobre o rótulo recebido. depois, abaixo, pergunta para felipe machado, do Cultura Digital de Recife, que raio é isso de open business: “mombojó faria trilha de novela?” finalzinho do show…
abaixo, “a parte que os outros fizeram é livre e a parte que vocês fizeram é proprietária? - sim”
“é importante que uma empresa não seja um parasita do software livre”

acima, josé raia, do banco do brasil, na entrevista (abaixo) em que foi indagado sobre o parasitismo de empresas no “novo mercado de cultura livre”
caderno de informática da Folha de São Paulo: “PSICODELIA - O representante do Ministério da Cultura, Cláudio Prado, foi o político mais colorido do FISL. O produtor, que já trabalhou com Os Mutantes e com o grupo Novos Baianos, usou um terno listrado com tons amarelos e alaranjados na cerimônia de abertura do evento”
PIRATARIA: “Microsoft e os piratas: liberou geral“
“a pirataria é interessante pra quem?”
RÁDIO: http://estudiolivre.org:8000/capibaribe
“leia o livro universo em desencanto”
BRAZCAST.TV
phil mayer, videomaker do coldcut, e pedro zaz, artista português, no fisl:
“na inglaterra temos outro tipo de software livre”
“o brasil é visto, pelo mundo todo, como uma criança linux” “há uma coisa mais descarada na inglaterra…” “o que antigamente era marginal, agora virou moda”METARECICLAGEM
É natural que esse tema se misture ao de inclusão digital, embora não esteja necessariamente limitado por ele. Uma das principais razões dessa distinção é exatamente por onde começa a mobilização. Enquanto a inclusão digital está mais ligada a políticas governamentais, a metareciclagem já parte do sempre atual “faça você mesmo”. Das Zonas Autônomas Temporárias, às questões da inteligência coletiva, a metafísica das redes P2P-todos-para-todos: Hakim Bey lança para Pierre Lévy que toca e deixa Mcluhan de cara para o gol.
Adicione a esse debate também o movimento do software livre que parece ganhar força no país. A equação pode ser interessante. Computadores reutilizados + software livre + coletivos organizados e movimentos sociais = ? (…)
ilustração da vinheta: fernando torelly. trilha: hapax, dj gen, projeto nave.
= alguns direitos reservados - somente permitido uso comercial por iraquianos.
WIRED, “Dá pra confiar na imprensa de tecnologia?“.


(”… a microsoft faz dossiês sobre repórteres - e um deles, veja só, vazou …”)
“muita gente bonita passando pelo tapete vermelho do hall da fama, difundindo o processo colaborativo de transformação social e apropriação comercial das ferramentas de comunicação. o show não pode acabar, o business não pode parar, o software não pode travar e o dinheiro não pode faltar”, cris scabello, estúdio livre.org.
ESTÚDIO LIVRE: guerrilha digital.:::






pedro
a conexao aqui em casa eh muito lerda, to indo pra SP, voce me descolaria um dvd com os videos?
O cara do Google é foda!
Espalha isso em vários computadores, pra não perder!!!