“revolution os” e “rockers”
25 12 2006Sobre o documentário Revolution OS, de J. T. S. Moore:“O conceito de software livre surge em 1984, quando Stallman funda a Free Software Foundation e postula as liberdades que são os pilares do movimento pelo conhecimento compartilhado: liberdade para qualquer uso, cópia, alteração e distribuição. Ele afirma que o software, desde os primeiros computadores, sempre foi livre. Os programadores na década de 1960 e 1970 desenvolviam tudo em um sistema colaborativo, trocando idéias e linhas de código assim como cozinheiros trocam suas melhores receitas. Foi na década de 1980 que se consolidou a opção de algumas empresas tornarem o conjunto de comandos padronizados enviados às máquinas, o software, também um produto, a ser vendido separado do hardware”. (resenha de Rafael Evangelista, na revista comciência)
A estética e linguagem são bem comuns - entrevista, corta, entrevista, enquadramento certinho no tripé - mas vale pra pesquisar e observar quem vive sua second life. (Não sei se editarem em software livre, acho que não, mas vou atrás da informação e coloco aqui). O trailer:
“Mas nem tudo é tão fraterno e comunal no mundo do software livre. Revolution OS tem méritos também por mostrar as contradições da própria comunidade. Um sistema de produção de software em que um dos itens motivadores é o reconhecimento dos pares, é claro que só poderia ser entremeado de vaidades. Criado originalmente por Richard Stallman, a cabeça por trás do conceito de copyleft (a antítese do copyright), o termo software livre (do inglês free software) é renegado por aqueles que querem torná-lo mais palatável a gostos empresariais. Estes querem então substituí-lo por open source (fonte aberta, em português), para que os investidores percebam que podem ganhar dinheiro com ele já que o free de free software quer dizer liberdade e não grátis”.
uma cena freak do filme: http://www.revolution-os.com/Free_Software_Song_video.mpg
Na Brasil, o ambiente de alguns ativistas do software livre tem cenas mais similares com o filme “rockers”, sempre presente nos cineclubes nômades:







